Dois desafetos públicos posaram juntos. A foto vai render mais que três meses de articulação.
Repare bem: o sujeito que passou os últimos dois anos chamando o outro de tudo que não se repete em mesa de família apareceu na marquise do Palácio Rio Negro dando aquele abraço de cunhado que perdoa.
Não foi acaso. Não foi a luz do fim de tarde. Foi cálculo. O fotógrafo estava posicionado. O ângulo era o melhor. E o assessor que negou três entrevistas na semana, dessa vez, abriu o cordão de isolamento por conta própria.
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